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Estou um pouco triste esse final de semana, carente, mas eu sei que a carência é um monstro, e devemos trabalhar para elimina-lo de nossas vidas!“. Concordei com o que meu amigo escreveu e logo me coloquei à disposição para sair, fazer alguma coisa… Pegar um cinema, tomar um chá ou qualquer coisa que o tirasse desse momento triste.

Por diversas vezes já me vi carente em incansáveis finais de semana sozinho, sem amigo para sair ou conversar… Sem namorado ou alguém bacana para ficar. Enfim, um porre!

E quando alguém novo entrava em minha vida o meu anseio de suprir a minha carência era tão grande que sufocava. Eu não via os defeitos, me encaixa nos horários disponível, aceitava tudo o que era dito, raramente falava ‘Não.‘, aturava algumas atitudes… Estava 100% feliz?! Não, mas não estava sozinho.

Casal-Apaixonado

Eis que Quarta-feira recebo uma alegre mensagem do meu amigo, dizendo que estava apaixonado, fui taxativo: Como assim… Apaixonado?! Até ontem você está triste pois estava sozinho. Não banaliza, não tumultua! rs

Nesse filme de super-herói a carência ainda é meu grande vilão, minha kriptonita. Já sofri muito, como muita gente. Hoje tenho alguns truques na manga, algumas armas ao meu favor… Só que o mais importante é não banalizar o que se sente pelo simples motivo de ter medo de ficar sozinho ou por pura carência.

Jamais vou dizer que estou namorando uma pessoa que conheço à 5 dias ou dizer que estou apaixonado em 2. Por que pulamos etapas? A pressa é inimiga da perfeição… A força para vencer o vilão, explodir a kriptonita no espaço, nada mais é do que um relacionamento fundado em conhecimento, verdade, reciprocidade.

O final de semana chegou novamente e o discurso do meu amigo foi o mesmo do inicio do post, lá estava ele sozinho a ‘paixão‘ não deu certo, e falei: Vamos dar uma volta no shopping ou tomar um café!? Não quero vê-lo triste… 🙂

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