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Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids.

A sigla do vírus em português significa Síndrome da Imunodeficiência Humana. O vírus da AIDS atua como um parasita ao se instalar em uma célula e age como um oportunista, baixando a imunidade das pessoas. Dessa maneira, os portadores podem facilmente ficar doentes, o organismo não consegue se defender sozinho. Assim, as pessoas não morrem de AIDS, mas sim de uma doença que aproveita a baixa do sistema imunológico. A transmissão do vírus não acontece pelo ar ou pelo toque, é necessário que haja condições específicas como relações sexuais sem camisinha, transfusão de sangue contaminado, uso de seringas já utilizadas, etc. A AIDS ainda não tem cura, mas quanto mais cedo à pessoa infectada iniciar o tratamento médico, mais possibilidades de estabilizar a doença e, consequentemente, manter uma boa qualidade de vida.

Por isso o tratamento adequado também tem sido considerado, cada vez mais, como uma forma de prevenção, já que ele rompe a cadeia de transmissão da AIDS. Todas as pessoas com vida sexual ativa, independentemente de idade, sexo ou orientação sexual, que tenham tido relação sexual sem proteção façam o exame. Usem camisinha galera. Sempre! E caso aconteça da camisinha estourar existe os profilaxia pós-exposição sexual, “coquetel do dia seguinte”, indicado para quem se expôs ao risco, ela impede a instalação do vírus se tomada em até 72 horas após o contato e durante 28 dias seguidos, sempre com orientação médica.

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E mesmo com as enxurradas de informações que recebemos da forma de se contrair ou não o vírus, o preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com AIDS/HIV continuam sendo as maiores barreiras no combate à epidemia. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Por tanto, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores, e sermos mais solidários do que somos por natureza. E acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas. “A Aids é uma doença que pode ser evitada. O preconceito, atitude que deve ser exterminada“.

Curiosidade: Porque o laço vermelho como símbolo? O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.
Além da versão oficial, existem quatro versões sobre sua origem. Uma delas diz que os ativistas americanos passaram a usar o laço com o “V” de Vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura, ele poderia voltar para a posição correta.

Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais – Portal sobre aids, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais.

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