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Não foi intensional, mas nessa última semana acabei assistindo grandes filmes que contavam um pouco da historia de vida de 3 mulheres icónicas, uma americana, uma britânica e outra francesa. Cada uma com sua supra importância em distintos seguimentos: Politica, arte cênicas e música.

Para começar, A Dama De Ferro (The Iron Lady), com Meryl Strepp que ganhou o Oscar 2012 pela sua magnifica atuação. O filme mostra uma Margaret Thatcher que vive de seus sonhos passados e da constante lembrança (ou delirios) de seu falecido marido.

Hoje com 86 anos de idade e com uma saúde mental frágilizada devido aos diversos derrames que aconteceu após deixar o poder, Margaret foi a única premiê britânica do sexo feminino, eleita em 1979 e obrigada, às lágrimas, a deixar o cargo em 1990, depois de perder o apoio de seu gabinete. Ganhou o apelido de “Dama de Ferro” por ser energica em suas posições e ao mesmo tempo que foi reverenciada, foi considerada uma vilã pelos sindicatos trabalhistas.

A escolha de Meryl Strepp para o papel foi perfeita, ninguém melhor para assumir o tamanho e a personalidade de Margaret T., ícone britânico.

Falando em ícone norte-americano, ninguém melhor do que a musa Marilyn Monroe para se encaixar nele. No filme Sete Dias Com Marilyn (My Week with Marilyn) a história é contada pela visão de Colin Clark, terceiro assistente que trabalhou e teve um pequeno flerte com Marilyn durante a produção de “The Prince and the Showgirl, em Londres.

O filme baseado em fatos reais, descreve bem a intensa relação entre Laurence Oliver (cineasta e ator), com a musa Marilyn, essa retratada como uma mulher insegura, frágil e até certo ponto mimada demais por sua equipe.

A linda Michelle Williams dá vida a um dos maiores mitos do século XX com maestria, assim como descreveu a revista Vanity Fair: Michelle Williams esta impecável, brilhante e emocionante…
Realmente Michelle esta tudo isso, mas não posso dizer que esse foi um dos seus melhores trabalhos, mas valeu a indicação de melhor atriz no Oscar 2012.

Piaf: Um Hino de Amor (La Môme), esse filme dispensa qualquer dissertação, todo mundo têm que assistir. Não pelo ícone frances que Edith Piaf foi, e sim pela sua história de vida e a lição que deveria ser passada à frente por todos nós: precisamos e vivemos de amor.

Algumas pessoas são abençoadas em sua carreira e trajetória de vida, no caso de Piaf posso dizer que a vida deu-lhe uma trégua. Edith Giovanna Gassion desde pequena esteve cercada de problemas, dos 3 aos 7 anos ficou sem enxergar, foi criada em um bordel por sua vó paterna, e depois entre circos por seu pai. Cantou em muita sarjeta e foi dependente química e do álcool em sua juventude, nesse periodo surgiu uma oportunidade de cantar em um cabaret aonde seu tudor lhe deu o nome de Piaf (pardal em francês), por se lembrar do canto do pássaro toda vez que ouvia Edith cantar. Seu brilho foi crescendo, sua postura de palco foi sendo lapidada, até que começou fazer sucesso em toda Europa e depois EUA.

O longa mostra desde sua infância até seu leito de morte, e é conduzido pela estonteante Marion Cotillard que ganhou o Oscar 2008 de melhor atriz pela atuação nesse papel. É um filme singular, emocionante e com certeza uma cinebiografia perfeita de Piaf. Vale à pena conferir.

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